sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"Os Destinos de Sofia" de João Araújo

  • O Premio Agostinho de Cultura 
“Os Destinos de Sofia”, de João Araújo, foi o texto vencedor do III Concurso Nacional de Contos Agostinho de Cultura, que decorre anualmente, promovido pela Editora Adonis com o objetivo de fomentar a produção literária e aproximar escritores e mercado editorial por meio da publicação de textos originais.



  • A Edição da Obra 

Após a fase de seleção e julgamento dos finalistas, o autor foi premiado com a Edição da Obra. Para tal, o texto passou por todo um meticuloso processo de concepção gráfica, ilustração, diagramação, formatação, impressão e plano de divulgação, conduzidos pela equipe da Editora Adonis. O resultado final é um livro de alta qualidade Editorial, com ilustrações de Paulo Masserani e que pode satisfazer diversificados gostos de leitura, entre adultos e crianças.


ISBN: 978-85-7913-155-4
Ano: 2013
Edição:
Número de páginas: 28
Acabamento: Lombada canoa
Formato: 15,5x22,5 cm
Ilustração: Paulo Masserani
Classificação: Leitor infantojuvenil

Link para a Editora: maiores detalhes


  • O Lançamento 

No dia 20 de Outubro de 2013, o livro “Os Destinos de Sofia” foi lançado para o público de uma forma inusitada. De um lado, na Cidade de Americana, São Paulo, estavam toda a equipe da Editora Adonis e o público presente. Do outro lado, na Cidade de Kassel, Alemanha, estavam o autor João Araújo e a sua esposa Carolina Araújo, onde moram atualmente. A solução para encurtar essa enorme distância continental foi dada pela tecnologia. Assim, “Os Destinos de Sofia” foi lançado através de Video Conferência, unindo uma diferença de fuso horário de aproximadamente 4 horas. O evento, realizado no espaço cultural do Zoo de Americana, contou com a participação ativa de crianças e adultos, colocando sempre perguntas interessantes ao autor, além dos dois personagens inusitados que simbolizam a marca alegre e descontraída da Editora Adonis: Adoninha e Sherlock Holmes.




Fotos de Maine Bochicchio
  • “Os Destinos de Sofia” e a noção de Multiplicidade
Segundo o escritor e crítico literário Italo Calvino, o termo “multiplicidade” seria um dos elementos imprescindíveis para a sobrevivência e o desenvolvimento da Literatura no 3º milênio (Calvino, 1998). Tal ideia de base concentra em si um enorme poder de realização e potencial abarcador da complexidade do cosmos. Hoje em dia, presenciamos tal complexidade através dos meios de comunicação como a Televisão, os Jornais e a Internet que pôem em vitrine a enorme disparidade entre as sociedades, a rica diversidade da natureza, incluindo as suas catástrofes e fenômenos naturais, as desigualdades econômicas, a convivência entre os saberes distintos, entre os quais, as diferentes teorias científicas, pensamentos filosóficos, povos, religiões, línguas, culturas, etc.

Há, nesse intrincado novelo da vida, uma tensão entre o caos e a harmonia. A Literatura, como espelho do mundo, pode tentar expressar esta coexistência caótica e harmoniosa do cosmos através do trabalho estético com a linguagem: “o grande desafio para a literatura é o de saber tecer conjuntamente os diferentes saberes e os diferentes códigos numa visão plural e multifacetada do mundo” (Calvino, 1998). 

Seguindo essa linha de pensamento, “Os Destinos de Sofia” associa-se, à sua maneira é claro, à noção de “Multiplicidade”. A realização desta noção, na Literatura, pode trazer em si uma chave para dialogar com o mundo atual. Além disso, entendemos que a atualidade impele-nos a uma atmosfera tensa, a um sentimento gerado por um mundo repleto de uma multiplicidade vertiginosa, de uma inflação de imagens, onde objetos e pensamentos são postos às nossas vistas e, todavia, um sentimento sobre o “absoluto” parece estar ausente. O atual estado do mundo pode ser uma das razões pela qual o sujeito entra em crise, no movimento de busca da sua identidade em meio ao caos; pode ser uma das razões da perda da identidade, do apagamento do indivíduo, levando a contradições e pode dar a ver contrastes entre pensamentos diversos. Uma realização literária que segue a grande ondulação da “Multiplicidade” pode, enfim, ser um projeto ficcional de expressão da complexidade, do caos e das múltiplas formas não-lineares vigentes. Por traz disso tudo a fundação que sustenta o tecido literário, esforça-se por manter a coerência global: “tentar e saber reconhecer, no meio do inferno, quem e o que não é inferno, e fazê-lo viver, e dar-lhe lugar” (Calvino, 2002: 165-166).


CITAÇÕES:

CALVINO, I. (1998) [1988]. Seis propostas para o próximo milénio. Tradução: José C. Barreiros. 3ª edição, Editorial Teorema. Lisboa.
CALVINO, I. (2002) [1972]. As cidades invisíveis. Tradução: José C. Barreiros. 5ª edição, Editorial Teorema. Lisboa.

domingo, 22 de julho de 2012

MEMÓRIAS DA IMPRENSA (video)



Assista a apresentação da música MEMÓRIAS DA IMPRENSA, composição de João Araújo e interpretação de Emerson Sarmento e Banda durante o Festival de Inverno de Garanhuns, Julho de 2012. Ver na página VIDEOS.

Concepção da Música: o formato da letra de “Memórias da Imprensa” foi baseado no conceito de texto fragmentado. Ao abrirmos um jornal, deparamo-nos com uma mescla de notícias negativas e banalidades. Dentre as temáticas exploradas, estão a corrupção, o carnaval, a cultura de massa, etc. Entretanto, dessa aparente fragmentação jornalística, persiste o relato recorrente da morte de mais um trabalhador brasileiro, fruto da violência que circunda as nossas cidades. No fundo, esta é a notícia mais importante do Semanário e que luta para se sobressair diante de todas as outras notícias. Uma tensão é gerada e a ideia de fragmentação textual cria um tecido coerente que muitas vezes toca o domínio da ironia para denunciar o descaso e o caos que imperam na sociedade dos tempos atuais. (CONFIRA A LETRA NA PÁGINA VIDEOS)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Um Bloco em Poesia

Confira o Blog oficial da Trupe Lírico Musical 
Um Bloco em Poesia


A Trupe Lírico Musical Um Bloco em Poesia é um grupo que promove as raízes culturais de Pernambuco. De entre as suas principais linhas de ação estão a produção de CDs, a edição de Jornais Informativos, Livros e Artigos, a homenagem a personalidades do meio cultural e a promoção de eventos.

sábado, 12 de novembro de 2011

Prêmio Jabuti 2011 - Melhor Livro de Ciências Exatas

Prêmio Jabuti 2011
Categoria: Melhor Livro de Ciências Exatas


Sumário do Livro Premiado:

Teoria quântica: estudos históricos e implicações culturais
Organizadores: Olival Freire Jr., Osvaldo Pessoa Jr., Joan Lisa Bromberg
Editora da UEPB, Campina Grande e Livraria da Física, São Paulo



Parte I - História: da teoria quântica – Desenvolvimentos e fundamentos

1 ‐ Joan Bromberg – Problemas de Pesquisa na História da Mecânica Quântica
2 ‐ Olival Freire Jr. – Dissidentes quânticos: a pesquisa sobre fundamentos da teoria quântica em 1970.
3 ‐ Fabio Freitas ‐ A descoerência emerge: os múltiplos caminhos de um novo fenômeno físico.
4 ‐ Paulo Vicente Moreira dos Santos ‐ O itinerário científico de Louis de Broglie em busca de uma interpretação causal para a mecânica ondulatória
5 ‐ Wilson Fábio de Oliveira Bispo e Denis Gilbert Francis David ‐ Sobre a cultura material dos primeiros testes experimentais do teorema de Bell: uma análise das técnicas e dos instrumentos (1972‐76)
6 ‐ Christian Joas ‐ Campos que interagem: Física Quântica e a transferência de conceitos entre física de partículas, nuclear e do estado sólido.

Parte II - Implicações Filosóficas da teoria quântica

7 ‐ Michel Paty – “Construção de objeto” e objetividade em física quântica
8 ‐ Christoph Lehner – O realismo de Einstein e sua crítica da mecânica quântica
9 ‐ Stefano Osnaghi – Bohr e o problema da medição: uma solução dualista?
10 ‐ Frederik M. Santos – Algumas singularidades do pensamento de Eugene P. Wigner
11 ‐ Jhonny Castrillon Perez – Fundamentações e perspectivas para a teoria quântica

Parte III - Implicações culturais e educacionais da teoria quântica

12 ‐ Osvaldo Pessoa Jr. ‐ O Fenômeno Cultural do Misticismo Quântico.
13 ‐ Frederico Cruz – Mecânica quântica e a cultura em dois momentos
14 ‐ Alessandro Frederico da Silveira, Aurino Ribeiro Filho e Ana Paula Bispo da Silva ‐ Os Princípios de Complementaridade e de Incerteza na obra Copenhague de Michael Frayn: a arte e a teoria quântica
15 ‐ Jose Luis de Paula Barros Silva e Nidia Franca Roque ‐ Teoria da ressonância: história e ensino.
16 ‐ Ileana Greca e Olival Freire Jr. – Ênfase conceitual e interpretações no ensino da Mecânica Quântica.

Parte IV - Construção da teoria quântica: história e tendências de pesquisa

17 ‐ Silvio Dahmen ‐ Max Planck e a Física de Sistemas Estocásticos
18 ‐ Roberto de Andrade Martins ‐ De Louis de Broglie a Schrödinger: uma comparação.
19 ‐ Indianara Silva, Olival Freire e Ana Paula Bispo da Silva ‐ A imagem pública de Arthur Holly Compton: um físico quântico ou clássico?
20 ‐ Aurino Ribeiro Filho – Mecânica Quântica e Não Linearidade – possibilidades e dificuldades.
21 ‐ Araújo, J.; Cordovil, J.; Croca, J. R.; Moreira, R. N.; e Rica da Silva, A. ‐ Ontologia de Fourier, Análise Local por Onduletas e Física Quântica.

Sobre o Prêmio Jabuti:

O Jabuti – Apresentação
Criado em 1958, o Jabuti é o mais tradicional prêmio do livro no Brasil. O maior diferencial em relação a outros prêmios de literatura é a sua abrangência: o Jabuti não valoriza apenas os escritores, mas destaca a qualidade do trabalho de todas as áreas envolvidas na criação e produção de um livro. As 21 categorias do Jabuti 2010 contemplam não só estilos – Romance, Contos e Crônicas, Poesia, Reportagem, Biografia e Livro Infantil – mas também a Tradução, a Ilustração, a Capa e o Projeto Gráfico.
Anualmente, editoras dos mais diversos segmentos e escritores independentes de todo o Brasil inscrevem milhares de obras em busca da tão cobiçada estatueta e do reconhecimento que ela proporciona. Receber o Jabuti é um desejo acalentado por todos aqueles que têm o livro como seu ideal de vida. É uma distinção que dá ao seu ganhador muito mais do que uma recompensa financeira. Ganhar o Jabuti representa dar à obra vencedora o lastro da comunidade intelectual brasileira, significa ser admitido em uma seleção de notáveis da literatura nacional.

Seleção e premiação
Um corpo de jurados altamente especializado, composto por profissionais com ampla bagagem em suas respectivas áreas de atuação, faz a análise das obras. A contagem dos votos é feita em sessões abertas ao público e dividida em duas etapas. Na primeira sessão pública, são selecionadas as 10 melhores obras em cada umas das 21 categorias. A segunda sessão define os três primeiros lugares de cada categoria, sendo que o primeiro colocado recebe R$ 3 mil e uma estatueta, a qual também é concedida aos segundo e terceiro lugares. O primeiro lugar da categoria especial Tradução de Obra Literária Espanhol-Português recebe R$ 3 mil.
Na cerimônia de premiação e entrega das estatuetas, são revelados os Livros do Ano de Ficção e Não-Ficção, momento mais aguardado por todos aqueles que concorrem ao Prêmio, pelo mercado editorial e pela mídia especializada. Os livros são escolhidos pelo voto dos jurados e de profissionais do mercado editorial. Os dois vencedores recebem R$ 30 mil cada um, além da estatueta.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

CABOCLO D'ÁGUA

Assista ao Clip da música Caboclo D'Água de autoria de João Araújo e Luciano Magno, com a interpretação de Benil e acompanhamento da Orquestra do Maestro Spok. Trata-se do gênero musical "Caboclinho", que recebeu um arranjo musical de Dadá Malheiros. O video é uma apresentação realizada no Teatro de Santa Isabel durante o Festival de Música Carnavalesca do Recife.




CABOCLO D'ÁGUA (Caboclinho)
João Araújo e Luciano Magno


Azuis colares do coração da mata,
Pai venoso cor de prata,
Leito de tanto pra dar,
Luta caboclo no triste desafio
Arco e flecha de um rio
Força aberta de um mar...


Meu ribeirinho, riacho, caboclo d'água
Ao chover todas as mágoas
Do céu, meu Deus dará
Mais coração ao homem tão sozinho
Contamina o ribeirinho 
Que sufoca ao respirar


Seguir o exemplo da tribo dos bravios
Que respeita o Mar, o Rio,
O Sol e o Luar
É o melhor cortejo de ajuda
Pra vencer essa caluda
Vontade de chorar


Piaba, olha Tupã,
Aramaçá, kurimã
Garoupa, ytu, piabuçu, kamuri
Pirá-bebé, acará
Piranha, corumbatá,
Meu pyatã, aguenta kamurupy


Azuis colares do coração da mata,
Pai venoso cor de prata,
Leito de tanto pra dar,
Luta caboclo no triste desafio
Arco e flecha de um rio
Força aberta de um mar...


Homem que é homem devia ter na alma
Um curumim que não se acalma
Enquanto não salvar
A infinita luz multiplicada
Dessa natureza amada
Com riqueza de jorrar

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Festival de Música Carnavalesca do Recife



Festival de Música Carnavalesca
do Recife 2011


Luciano Magno e João Araújo foram uma das duplas vencedoras do Festival de Música Carnavalesca do Recife 2011, na categoria Caboclinho, com a composição intitulada Caboclo D’Água. A música foi interpretada por Benil e teve arranjo musical de Dadá Malheiros.





A Gravadora Biscoito Fino gravou a música num Álbum especial e realizará a distribuição.



Veja o link da gravadora para o CD.

sábado, 4 de dezembro de 2010

As Cidades, os Castelos e a Onda

Publicação:

As Cidades, os Castelos e a Onda
imagens, diagramas e metáforas entre Calvino, Escher e Bohr


Ficha técnica:

Título: As cidades, os castelos e a onda. Imagens, diagramas e metáforas entre Calvino, Escher e Bohr
Autoria: João Araújo
Coleção: A Imagem na Ciência e na Arte
Cidade/Ano: Lisboa/2010
Edição: CFCUL/FdS
Número de páginas: 151
ISBN: 978-97-27542-74-1


Ciência e Arte são duas actividades monumentais da cultura através das quais o ser humano exercita a sua capacidade de compreensão e explicação do mundo. Apesar de distintas, será possível pensar um cruzamento entre os métodos utilizados por cada uma dessas actividades? Será possível importar um objecto da Matemática como ferramenta auxiliar na análise de uma obra literária? Será coerente fazer uso de uma narrativa para melhor se perceber a noção de “pacote de ondas de Fourier” utilizada pela Teoria Quântica Ortodoxa? Neste volume, apresentamos quatro ensaios que se atrevem a esse cruzamento e se apresentam como uma compreensão alternativa de objectos provenientes de áreas aparentemente tão distintas como a Literatura, a Física, as Artes Visuais e a Matemática.

sábado, 13 de novembro de 2010

CD 10 Anos de Poesia

Lançamento

CD 10 Anos de Poesia





10 ANOS DE POESIA E UM ETERNO TRIBUTO

Como numa corrida sadia, sem disputa… Como numa passagem dos genes sem minuta… Como numa música que nas profundezas da mente se escuta… Um gingado magano dilui-se nas querelas-benditas dos becos bêbados de frevos, de sambas, de choros, de cada eternidade-carnaval que se manifesta nesses Arrecifes de Coraisções. As ruas, os blocos, as canções… Cansadas de guerras líricas e maracaturizadas nos suores-tambores que o tempo não vence nunca o ressoar – nem quando, um dia, a matéria deixar a alma solta frevar-se desvairada pelo abstrato – sobem, do peito aos olhos, as lágrimas, cabendo as dores todinhas (expurgando-as), bem como as alegrias extraídas das ansiedades de se não mais querer parar. Um frevo-salto-paraíso-proibido, em décadas a rasgar pernas-tesouras pelos ares e mil sacis de raça forte e sangue quente, relança as misturas e recriações que vão das serenatas boêmias e do metal militar, à afoiteza de um jazz bem-vindo, metendo o bedelho onde sonhava sempre, esbaforido, suar.



Lutou e luta muito o frevo, negro-velho da poeira e da praça, da libertinagem de que a carne humana, sedenta, é feita, num cai-não-cai maloqueirado. A busca, a lasca, o arrocho, o arretado!… Os clarins desse borbulhar corruptelado gritam de ponta-de-pé-de-moleque, preto-multi-branco-misturado, contra as indiferenças e desinteresses ralos. O frevo, zás-de-sombrinha!, vai seguindo, imparável, no andar cortejado, no erguer do flabelo, no evoluir da pastora, no vôo do gato, no bote da cobra. Espalha o seu veneno venerado. Com a musicalíssima raiz sua, ele deixa o legado a um amanhã de compositores-de-fé, de Dudas (impecável-de-sobra); de Nascimentos-vigorosos (com bem merecida nacionalidade adquirida do País do Frevo: cidadão-frevo-rebuscado); de um Galo, único e agigantado, que rompe qualquer limite imaginado; de Blocos Líricos sempre reinventados; de príncipes Moraes e Ferreiras e Santiagos…

De coisa básica é feito, o frevo, de um amolengado da gota serena é constituído; de uma malandragem de caçarola de feira. De palafita, um fino arrastado. De prego, um furo-aventurado… Vai brigando com gente grande, menino danado! O FREVO é gingante. Vai vencendo. Nunca derrotado. Sempre será vilão-imaculado, porque o peito bate em binário. Já repararam?! Pode vir a malícia dos modismos, no aproveitamento dos ilícitos atos, pode vir o que for achado. A raça do frevo é herança infindável. Vai continuar na luta como sempre tem continuado: abençoado.

Este CD comemorativo dos 10 anos da Trupe Lírico-Musical Um Bloco em Poesia é um tributo a todas as manifestações culturais de Pernambuco, especialmente ao Frevo.


Ficha técnica:
Título: 10 Anos de Poesia
Ano: 2010

Repertório:
01 - A MAGIA DOS ETERNOS CARNAVAIS (João Araújo / Dalva Torres) Coral um Bloco em Poesia
02 - RUAS, BLOCOS E CANÇÕES (João Araújo / Luciano Magno) André Rio e Coral um Bloco em Poesia
03 - MONUMENTO ARMORIAL (João Araújo / Adalberto Cavalcanti) Coral um Bloco em Poesia
04 - JARDIM DAS PASSARELAS (João Araújo / Dalva Torres) Coral um Bloco em Poesia
05 - MOTO CONTÍNUO (João Araújo / Luciano Magno) Gustavo Travasso e Coral um Bloco em Poesia
06 - RETALHOS DE UM BLOCO (João Araújo / Evane Sarmento) Coral um Bloco em Poesia
07 - ALÔ, ALÔ RECIFE (João Araújo / Dalva Torres) Coral um Bloco em Poesia
08 - ESTANDARTE POESIA (João Araújo / Adalberto Cavalcanti) Coral um Bloco em Poesia
09 - FREVO E PAIXÃO (Luiz Guimarães) Bruno Simpson
10 - FUNDAMENTOS DA SAUDADE (João Araújo / Dalva Torres) Dalva Torres
11 - A LUZ DOS BLOCOS (João Araújo / Luciano Magno) Luciano Magno e Coral um Bloco em Poesia
12 - BRINCANTES DO CAVALO MARINHO (João Araújo / Dalva Torres) Coral um Bloco em Poesia
13 - RAÍZES DO CINEMA NACIONAL (João Araújo / Dalva Torres) Coral um Bloco em Poesia
14 - MEU FREVO (João Araújo / Samuel Valente) Silvério Pessoa
15 - SENHORA DAS ÁGUAS (João Araújo / Dalva Torres) Ed Carlos e Banda Sinfônica do Recife
16 - DÉCIMA DO FREVO (João Araújo) Renato Phaelante

Outros Contatos

Veja Links para matérias de João Araújo:

- Um itinerário crítico para o imaginário de Mafalda Veiga:
Decomposição de um cancioneiro através da imaginação da matéria
in Germina - Revista de Literatura e Arte. (link para o artigo)